Timbre

MINISTERIO DA EDUCAÇÃO
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ENGENHARIA AMBIENTAL - JI-PARANÁ

Ata de Reunião

Aos vinte e quatro dias do mês de agosto do ano de 2020, às 08 h 40 min, reuniram-se pelo serviço de comunicação por vídeo Google Meet da UNIR com a Coordenadora de Projetos Políticos-Pedagógicos (CPPP) da Diretoria de Regulação Acadêmica (DRA) da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) Querla Mota dos Santos (Mat.Siape 1762241), o presidente do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária, e a convite, os docentes que compõem o NDE. Inicialmente estavam presentes os docentes Robson Alves de Oliveira (Presidente do NDE), Ana Lúcia Denardin da Rosa (Membro titular) e José Roberto Ribeiro Júnior (Membro titular). Informes: Não houve. Pauta: (1) Lista de verificação do PPC de Engenharia Ambiental e Sanitária: O professor Robson inicia a reunião se apresentando, informando a TAE Querla que é o presidente do NDE do Curso de Engenharia Sanitária e Ambiental, e apresenta os membros do NDE que foram convidados a participar da reunião. O professor Robson apresenta o motivo da reunião, que é o de esclarecer os pontos que deixaram dúvidas na lista de checagem em processo de projeto pedagógico, que está inserida no processo SEI nº 999016864.000072/2020-11, documento “Lista de verificação CPPP-DRA 0452373”. O professor Robson cita a parte de Contextualização da realidade da Unir, que é dito no documento que os dados referentes à realidade da UNIR estão incompletos: A TAE Querla informa que no novo PDI da UNIR (2019 -2014) constam as informações gerais necessárias bem organizadas, e que o link para o documento se encontra na lista de verificação. No que se refere a parte de Contextualização da realidade econômica e social da região de abrangência do Campus, que também está incompleto, a professora Ana fala em fazer o levantamento das empresas que precisam de Engenheiro Ambiental, como frigoríficos, prefeituras etc., o que é confirmado pela TAE Querla. A TAE complementa ainda que é procurar os espaços de possível atuação desse Engenheiro, em Ji-Paraná e no entorno. Também fala da questão de o Engenheiro ser empreendedor, quem são os empreendedores no município. Esclarece ainda que uma das metas do PDI é elevar o índice qualidade dos cursos da UNIR para 4, e que a nota dos cursos em Ji-Paraná geralmente é boa na avaliação dos cursos, e que o projeto pedagógico é o espaço para quase garantir esse conceito 4, só pela avaliação externa. A justificativa do curso pesa muito porque é nela que o avaliador (e qualquer pessoa que se interesse pelo curso) vai conseguir perceber qual é o potencial depois de formado, o que poderá fazer e onde, no entorno do município. Esclarece ainda que os exemplos citados pela professora Ana são bem válidos de serem inseridos. O professor Robson esclarece que entendeu, que é necessário buscar a empregabilidade, conversando com alunos egressos, inclusive sobre questão de mercado. A TAE Querla diz que seria ótimo inserir informações sobre os egressos porque isso demonstra onde estão esses ex-alunos, no que eles estão atuando. O professor Robson fala dos questionários que foram aplicados aos egressos, que temos essa informação, mas que ela precisa ser melhor trabalhada. A TAE Querla informa que ela viu muita informação no tópico de concepção do curso que pode ser aproveitada para a justificativa. Na parte referente a Organização Didático-pedagógica, os objetivos do curso também estão incompletos, mas o que foi dito em relação ao tópico anterior também se aplica a esse, pois eles estão vinculados. A TAE Querla fala que o perfil profissional do egresso, a estrutura curricular, o contexto educacional, as características locais e regionais e novas práticas emergentes no campo do conhecimento relacionado ao curso devem ser estar implementados. E que esses pontos por ela destacados foram retirados do Instrumento de Avaliação dos Cursos de Graduação, Presencial e a Distância, Reconhecimento e renovação do reconhecimento e que o link para download do mesmo encontra-se na lista de checagem, o que foi confirmado pelo professor Robson, que diz ainda que já fez o download do documento. A TAE Querla informa que tudo que puder ser ajustado em relação a ele, em nível maior, é bom, porque a Resolução 278 foi baseada na versão anterior deste instrumento, e que por isso ainda precisa de melhorias. Sobre a justificativa do curso a TAE Querla explica que deve ser enfocado no porquê do curso, que já é ofertado, tem que continuar existindo, porque essa oferta dele tem que continuar sendo feita. A professora Ana fala que temos observado que as universidades particulares que ofereciam esse curso, todas estão fechando o curso (Unesc em Vilhena, Unesc em Cacoal, Unijipa em Ji-Paraná, Uniron em Ouro preto) e que basicamente o nosso curso de Engenharia Ambiental deve ficar como único no Estado. Na parte de Contextualização e Funcionamento do Curso, no tópico referente aos modos e períodos de ingresso e número de vagas por período de ingresso. A TAE Querla informa que o problema está no ingresso, que foi colocado apenas vestibular, mas pode ser transferência interna (vestibulinho), pode ser “ex officio”, pode ser como portador de diploma, e que pode aproveitar as informações do item 3.5. Essas informações devem ser colocadas pontualmente no tópico, não precisando ser descritas, pois no item 3.5 elas estão corretamente descritas.  No que se refere aos tópicos que estão desordenados, o professor Robson pergunta se o que que deve ser feito é apenas trocar a ordem dos tópicos, para seguir a ordem da Resolução. A TAE Querla confirma que é exatamente isso, tem que seguir a ordem da resolução, a sequência que está lá, e que é só isso, está foram da sequência. A professora Ana diz que ficamos um pouco confusos lendo a Resolução, da maneira que ela cita os tópicos. Nesse momento é registrada a participação na reunião do professor Rodrigo Martins Moreira. Na parte de Estrutura Curricular, no tópico referente a estudos referentes à temática das Relações Étnico-Raciais, a TAE Querla diz que para atender essa diretriz do MEC, pode ser colocado como conteúdo, que alguma disciplina vai ter esse conteúdo, e que ele tem que estar presente nas ementas dessas. A professora Ana pergunta se pode ser disciplina optativa, ou tem que ser só das obrigatórias? A TAE Querla informa que o ideal é que seja transversal, não é só uma disciplina. E que com optativa, estamos saindo da transversalidade, já que o aluno pode nem fazer. Que deve ser colocado no texto em quais ementas o tema está abordado, e que o tema tem que estar presente nas ementas dessas disciplinas. Ela disse ainda que acha que talvez tenhamos que rever alguma ementa, e inserir esse conteúdo. Mas esclarece que ele é como conteúdo, e não precisar ser disciplina, e que o que ela pede é para citar em quais disciplinas o conteúdo é abordado. Nós tópicos referentes a Descrição dos requisitos para integralização de currículo, Descrição da avaliação do curso pelo ENADE e Atividades Complementares o professor Robson diz que entendeu que esses tópicos estão ordem errada, o que é confirmada pela TAE Querla, que diz ainda que deve ser inserido o ENADE como componente curricular obrigatório. Porque apesar de não fazer parte de nenhuma matriz, pela lei ele é um componente curricular obrigatório. Então para o aluno concluir o curso, ele tem que participar do ENADE, e pode ser que ele seja dispensado, mas que nesse caso ele vai acabar cumprindo pela dispensa. A Representação gráfica de um perfil de formação também deve ser inserida na proposta na ordem certa, conforme ordem prevista na Resolução nº 278/CONSEA/. Em seguida o professor Robson expõe a parte de Avaliação do processo de ensino aprendizagem, na qual ele diz que é a parte que gerou a maior dúvida. A TAE Querla informa que a minuta de resolução de regulamentação da extensão na UNIR já foi enviada para a Secons/ UNIR, encontrando-se no Conselho Superior para entrar na CGR, que é a primeira câmara. A professora Ana pergunta como ficou o documento. A TAE Querla informa que ficou de tratar delas como ACEXs mesmo, que foi a forma citada no nosso PPC, e que após a aprovação será expedida uma (IN) Instrução Normativa que apresentará como cada projeto pedagógico tem que ser organizar para isso, inclusive na questão de avaliação das ACEXs. O professor Robson pergunta se é necessário esperar sair a IN para dar prosseguimento no projeto do PPC? A TAE Querla informa que o projeto do PPC pode continuar, e pede que o projeto seja devolvido para ela após as correções, para nova avaliação. A TAE Querla informa ainda que na UNIR as ACEXs. não foram pensadas como disciplinas, e que se pensamos como disciplinas, esse não é o caminho. O professor Robson expõe a preocupação dele com a carga horária dos professores, pois alguns colegas ficariam sem disciplinas para lecionar em razão da redução de carga horária. E que os projeto de extensão contabilizam como horas trabalhas, a fim de preencher a carga horária do professor, apenas para a pessoa do coordenador. A TAE informa que essa é uma questão que nunca ninguém levantou, e que irá encaminhar para a Diretora, para que o assunto possa ser tratado na PROCEA. No que se refere ao processo de avaliação ensino-aprendizagem, a TAE Querla informa que é preciso deixar explícito que procedimentos de acompanhamento serão utilizados, e se eles atendem à concepção do curso definida no PPC, permitindo o desenvolvimento e a autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e resultam em informações sistematizadas e disponibilizadas aos estudantes com mecanismos que garantam sua natureza formativa, sendo adotas ações concretas para a melhoria da aprendizagem em função das avaliações realizadas. Como por exemplo, número mínimo de avaliações, critérios para correção de provas, etc. Na parte da fundamentação legal para a quebra de pré-requisito, a TAE explica que deve ser utilizado o artigo 129 do Regimento Geral da UNIR que trata da quebra de pré-requisito como uma exceção. A TAE Querla informa ainda que a normatização proposta pelo NDE para quebra de pré-requisito é uma preocupação muito importante com a gestão do curso, pois o Conselho de Departamento pode ser responsabilizado pela falta de parâmetros para quebra de pré-requisito, caso algum aluno sinta-se prejudicado. Nesse sentido, o PPC está respaldando o Conselho de Departamento na tomada de decisão referentes a esse assunto. A Profª Ana solicitou que a PROGRAD, mais específico a Diretoria de Regulação Acadêmica, no qual a TAE Querla Mota Dos Santos faz parte, possa pensar em uma “automação” do preenchimento dos dados relativos ao PPC dos cursos, principalmente aqueles itens que são comuns a todos os PPC, como por exemplo, Contextualização da Realidade da UNIR. Encerramento: Nada mais havendo a declarar a reunião é encerrada às dez horas e quarenta minutos e eu Robson Alves de Oliveira, secretário ad hoc, lavrei a presente Ata que, lida e aprovada, vai por todos assinada eletronicamente.


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Documento assinado eletronicamente por ROBSON ALVES DE OLIVEIRA, Docente, em 27/08/2020, às 14:27, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


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Documento assinado eletronicamente por JOSE ROBERTO RIBEIRO JUNIOR, Docente, em 27/08/2020, às 15:09, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


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Documento assinado eletronicamente por ANA LUCIA DENARDIN DA ROSA, Docente, em 27/08/2020, às 15:14, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


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Referência: Processo nº 999016864.000067/2020-16 SEI nº 0483883